A tecnologia para gestão de acesso

As tecnologias que estão sendo útilizadas apra a gestão de acesso como: Catracas, Biometria, Reconhecimento facial
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Existem atualmente várias equipamentos de controle de acesso que contam com alta tecnologia para identificar os usuários, e assim, fazer uma gestão mais segura dos ambientes e pessoas. A FaceBio utiliza diversos equipamentos que fazem uso de alta tecnologia para garantir o controle de acesso, tais como: tecnologia de RFID, Mifare, e biometria 2D e 3D.

RFID

A tecnologia RFID (do inglês "Radio-Frequency IDentification") é a identificação por radiofrequência, que baseia-se em um método de identificação automática por sinais de rádio. Esse método armazena e recupera dados de forma remota através de dispositivos denominados etiquetas RFID. Além das etiquetas, que possuem as informações armazenadas, o sistema RFID é composto por uma antena e um transceptor (faz a leitura do sinal e transfere a informação para um dispositivo leitor). Essas etiquetas podem ser escritas e lidas em produtos, automóveis, crachás, etiquetas descartáveis, chaveiros, dentro outros objetos, como uma alternativa eficiente ao código de barras. Muito utilizado em empresas ou escolas, o RFID é conhecido como sendo um dos primeiros crachás de acesso (cartão de proximidade 125Khz), e que apresenta baixo índice de falha devido ao processo de fabricação. Como a leitura do cartão é feita por proximidade através de radiofrequência, evitando assim, o desgaste e atrito.

Mifare

O Mifare é uma tecnologia de Smart Card sem contato, desenvolvida pela Phillips em 2006. Ela é uma tecnologia utilizada em cartões de PVC com chip de pequena capacidade de memória e uma antena interna, que possibilitam que ao se aproximar de um leitor, o cartão seja reconhecido e o usuário liberado. O cartão opera na frequência 13,56 MHz. Sua tecnologia permite a leitura do cartão por meio de campo magnético a uma distância de até 10 cm. Esta opção pode ser utilizada em vários locais, desde empresas, escolas, academias, dentre outras, porque apresenta ótimo desempenho na leitura, é resistente e tem a vantagem de permitir a personalização de ambos os lados do cartão. Tem uma criptografia mais segura que o RFID, dificultando assim o acesso aos dados armazenados em seu interior, o que torna sua cópia extremamente difícil.

Biometria

Biometria (do latim “bio” referente à vida, e “metria” referente à medida) é o estudo de características físicas dos seres vivos, que vem ganhando cada dia mais espaço na área de segurança. A leitura biométrica lê e mede características do corpo humano, e compara essas medidas a outras que já tenham sido armazenadas anteriormente no sistema. Leitores biométricos são utilizados com frequência para o controle de acesso em ambientes de nível de segurança médio a alto, pois trabalham com características únicas de cada usuário, e assim, dificultam falhas e fraudes. São exemplos de informações biométricas: impressões digitais, reconhecimento de face, voz e íris, geometria das mãos, e verificações de assinatura.

Os equipamentos biométricos utilizam sensores, computadores e softwares. Esses componentes permitem que eles exerçam três funções básicas: registro de informações do usuário na sua primeira vez de uso; armazenamento das informações biométricas do usuário no sistema; e comparação entre as características apresentadas e as que já estão armazenadas no sistema, a cada vez que o sistema é utilizado.

Biometria de reconhecimento facial

Sendo a mais promissora tecnologia biométrica do mercado atual, o reconhecimento facial se destaca das demais tecnologias por permitir a identificação do indivíduo através de características únicas da face, seja pelo tamanho ou textura de regiões do rosto. Essa tecnologia é conhecida por unir biometria e inteligência artificial, que além de potencializar a identificação de pessoas, permite a identificação do indivíduo mesmo a maiores distâncias do aparelho. A identificação a longa distância se deve, por exemplo, a utilização de câmeras no aparelho de identificação facial. A câmera permite que o equipamento de acesso utilize algoritmos sofisticados para detectar inúmeros pontos na face humana, e calcule ângulos do contorno dos olhos e lábios, formato das sobrancelhas, nariz, entre outros, permitindo assim a comparação da face do indivíduo com as fotos armazenadas no banco de dados já criado no equipamento anteriormente. Esta tecnologia oferece um excelente nível de segurança, porque permite fazer o reconhecimento fácil de indivíduos autorizados independente de expressões faciais ou distorções do posicionamento das imagens ou do uso de utensílios, como perucas e óculos, ou de diferenças no corte de cabelo ou uso de barba e bigode.

Biometria de leitura de Íris

A íris humana apresenta características únicas em cada indivíduo, assim ela é utilizada para identificação de pessoas autorizadas por equipamentos de controle de acesso. Para a leitura da íris o equipamento reconhece diferentes padrões nos olhos, como pontos de pigmentações, manchas, filamentos e anéis na faixa colorida do globo ocular. Ainda oferece maior segurança e confiabilidade devido ao baixo registro de falhas de leitura. Através de luz infravermelha, que promove a dilatação da pupila, o equipamento promove o movimento vertical da luz sobre o olho, a uma distância de até 25 cm. Geralmente é utilizado em locais de acesso restrito e que requerem altíssimo grau de segurança, como em áreas de organizações financeiras e do governo, por exemplo.

Biometria da mão

Esta tecnologia de biometria lê as características geométricas da palma da mão, como comprimento, largura, posição das articulações, sistema vascular, entre outros. O reconhecimento do sistema vascular ainda é uma tecnologia relativamente nova, que promete superar os sistemas biométricos tradicionais (como o de impressões digitais), visto que não precisa que o usuário encoste no aparelho, evitando erros de leitura devido a manchas, sujeira e a propagação de germes. Esse sistema funciona através de ondas de luz no infravermelho, próximo do espectro eletromagnético, que escaneiam a palma da mão do usuário e identificam padrões de veias, e armazenam no banco de dados do equipamentos.